Guias úteis para a relação
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A Conversa Semanal do Casal: 20 Minutos, Cinco Perguntas
Uma conversa semanal curta evita que coisas pequenas virem discussões. Aqui fica uma agenda de 20 minutos, as cinco perguntas e a regra que a protege.
Mensagens numa Relação: Tom, Tempo e o que Não Enviar
O texto retira o tom, por isso o leitor inventa o seu. Veja como enviar mensagens sem criar discussões que depois tem de reparar ao vivo.
Como Falar de Sentimentos com o Parceiro sem Culpar
Dizer o que sente sem soar a acusação é uma questão de forma, não de personalidade. A forma é: sinto X quando acontece Y, gostaria de Z.
Escuta Ativa numa Relação: Como Fazer na Prática
Escuta ativa não é acenar com a cabeça nem repetir palavras. Aqui fica a diferença entre refletir e papaguear, com frases que pode usar.
Como Comunicar Melhor numa Relação: Guia Prático
Comunicar melhor depende de como abre o assunto, do que pede e de quando para. Aqui ficam as frases exatas que tornam cada uma dessas coisas mais fácil.
Guias de namoro e relações à distância
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De Encontros a Relação: A Conversa Sobre Exclusividade
Três frases, ditas em pessoa, chegam. Aqui fica o guião da exclusividade palavra a palavra, e o que fazer com cada resposta possível.
Sinais de Alerta no Início do Namoro: E o Que Não é um Sinal
Um sinal de alerta é um padrão de desrespeito, não uma má primeira impressão. Como distingui-lo de nervos ou de mania, e como testá-lo cedo.
Perfil de Namoro Online: Fotos, Respostas e Primeira Mensagem
Um perfil que soa a pessoa vale mais do que um perfil que soa impressionante. O que cada foto deve fazer, como escrever e como abrir conversa.
Sinais de Que Alguém Gosta de Si: Interesse Real ou Só Educação
O interesse aparece no comportamento, não em sinais a decifrar: quem toma a iniciativa, quem planeia, quem se lembra. Como distingui-lo da simpatia.
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Perguntas frequentes
Qual é o conselho mais útil para uma relação?
Diga o que quer em vez do que o outro fez mal. “Nunca ajudas” abre uma defesa; “Gostava que ficasses com a cozinha durante a semana” abre uma negociação. O conteúdo é o mesmo e o resultado quase nunca é, porque a primeira versão pede à outra pessoa que concorde em ser má pessoa antes de qualquer coisa poder mudar. Se levar apenas um hábito deste site, que seja este: nomeie o comportamento concreto que quer, no presente, dirigido a alguém de quem ainda gosta.
Como paramos de ter sempre a mesma discussão?
Uma discussão que se repete costuma ser o sintoma de uma necessidade por resolver, e não um desacordo sobre o tema à superfície. Os casais que discutem por causa da loiça de quinze em quinze dias raramente estão a discutir por causa da loiça; estão a discutir se um repara no que o outro carrega. Experimente nomear o padrão em voz alta quando estiverem calmos — “já tivemos esta conversa quatro vezes, por isso a loiça provavelmente não é o assunto” — e depois perguntem o que cada um quer mesmo sentir no fim. Precisam também de uma saída: combinem à partida que qualquer um pode pedir uma pausa de vinte minutos e que quem a pede é responsável por voltar.
Quanto tempo demora a reconstruir a confiança depois de ser quebrada?
Meses, não semanas, e não é um caminho a direito. A confiança reconstrói-se com uma longa série de ações pequenas, aborrecidas e verificáveis, e não com uma conversa convincente. Quem a quebrou carrega a parte mais pesada do trabalho: transparência total sem ter de ser pedida, paciência com perguntas que vão ser feitas mais do que uma vez e nenhum prazo imposto à outra pessoa. Quem foi magoado também tem trabalho — decidir se quer mesmo reconstruir e, se quiser, deixar de fazer auditorias a certa altura. Se seis meses de esforço genuíno não mexeram nada, isso é uma informação a levar a um terapeuta de casal em vez de repetir o ciclo.
Uma relação à distância pode mesmo resultar?
Pode, e quase todas as que resultam têm duas coisas em comum: uma data para acabar com a distância e contacto banal em vez de contacto encenado. Uma relação sem plano para ficarem na mesma cidade transforma-se aos poucos numa correspondência com ansiedade à mistura. E os casais que só falam em videochamadas marcadas e carregadas de expectativa tendem a esgotar-se; os que duram também mandam as coisas banais — uma foto das compras, duas linhas a queixar-se de uma reunião —, porque é assim que se sente viver ao lado de alguém.
Como sei se um problema na relação precisa de um terapeuta?
A auto-ajuda é um primeiro passo razoável para hábitos de comunicação, discussões repetidas e afastamento. É a ferramenta errada quando existe medo do companheiro, controlo sobre o seu dinheiro, os seus movimentos ou o seu contacto com outras pessoas, ameaças ou agressão física — isso não é um problema de comunicação e nenhuma frase o resolve; contacte um serviço de apoio a vítimas de violência doméstica no seu país. Considere também um profissional quando o mesmo conflito resistiu a seis meses de esforço honesto, quando um de vocês vive com depressão, dependência ou trauma por tratar, ou quando já decidiu sair e quer fazê-lo com o menor dano possível.
Os conselhos para a relação funcionam se só um dos dois se esforçar?
Em parte, e vale a pena ser honesto quanto aos limites. Uma pessoa sozinha consegue mudar de forma fiável a maneira como uma discussão começa, a rapidez com que baixa de tom e a forma como se oferece a reparação — e só isso já muda a temperatura de uma casa. O que uma pessoa não consegue é carregar a relação indefinidamente. Se há um ano que é o único a adaptar-se e o padrão não mexeu, a pergunta útil deixa de ser “que técnica agora” e passa a ser se o seu companheiro quer a mesma relação que você.